segunda-feira, 19 de março de 2012
Termo de Identidade e Residência
Fui hoje cumprir com a exigência de apresentação semana sim, semana não, no Centro de Emprego da minha área de residência. Já é banal, já conheço as funcionárias, elas já me conhecem. Tenho observado que de cada vez que lá vou, o número de pessoas presentes vai aumentando. Como trabalho justamente remunerado e com direitos não há, e não parece provável que esta situação seja alterada nos próximos tempos, sinto-me cada vez mais compelido a abordar todas aquelas pessoas com quem partilho esta mesma situação e fazer qualquer coisa.
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Volto a reinterpretar o discurso corrente
A direita afirma que temos que empobrecer. A esquerda insurge-se contra tal ideia. E porquê? Porque a esquerda já aceitou que quando de se diz empobrecer o que se quer dizer é que é só ao Povo que lhe toca empobrecer enquanto que quando se fala de crescimento, a esquerda já aceitou que os benefícios correspondentes são só para a nata da população.
Porque razão, não será ao contrário? Porque razão quando se diz crescimento tal não significa que os miseráveis passarão a ter mais meios de subsistência, o desemprego diminui, os salários sobem? E principalmente, porque razão quando se diz empobrecer isso não se aplica que em primeiro lugar aos bafejados pela sorte a perder o que lhes sobra?
É lamentável, mas a esquerda não consegue deixar de beber a ideologia que lhe é servida e por isso aceita mesmo quando diz não.
Porque razão, não será ao contrário? Porque razão quando se diz crescimento tal não significa que os miseráveis passarão a ter mais meios de subsistência, o desemprego diminui, os salários sobem? E principalmente, porque razão quando se diz empobrecer isso não se aplica que em primeiro lugar aos bafejados pela sorte a perder o que lhes sobra?
É lamentável, mas a esquerda não consegue deixar de beber a ideologia que lhe é servida e por isso aceita mesmo quando diz não.
sábado, 10 de março de 2012
Recebido via mail
Aos que devoram o mundo
tranquilos, como se comessem
uma banana split;
aos que usam as assembléias
como balcão de negócios,
na esperança de vender
seu estoque de bombas;
aos banqueiros internacionais,
pressurosos em atender
os mendigos de Estado,
em troca de pequenas concessões;
aos que plantam suas máquinas
em terras estrangeiras,
para espremer os frutos,
o solo e as gentes;
àqueles que falam doce
e mandam seus missionários
catequizar os gentios
com hinos de dúbia letra;
aos amantes da ciência,
magos e feiticeiros,
hábeis em curar moléstias
geradas por eles mesmos;
aos que levam nosso ferro
e areias monazíticas
e nos devolvem em troca
o saldo de suas festas;
aos que matam nossa fome
com sacas de feijão podre
e nos afogam a sede
num mar de refrigerantes;
aos que abrem suas asas
sobre nossas cabeças ocas
e nos fazem aliados
contra o inimigo deles;
enfim, a todos aqueles
que usando de artimanhas
suas artes nos ensinam,
nossa gratidão eterna.
E a promessa de que um dia,
tão logo estejamos prontos,
restituiremos em dobro.
Esta nossa Europa
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2012/03/09/alemanha-pretende-controlar-a-entrada-de-imigrantes-no-pais
Alemanha pretende controlar a entrada de imigrantes no país
A Alemanha vai adoptar medidas mais restritivas à imigração, depois de vários representantes do governo terem manifestado alarme perante o aumento do número de portugueses, espanhóis e gregos que procuram trabalho no país. O Ministério do Trabalho quer impedir que outros europeus tenham aceso a sistema de prestações sociais, nomeadamente o subsídio de desemprego.
Os partidos da oposição criticam aquilo que consideram ser um pacote legislativo xenófobo. Mas o Ministério do Trabalho alemão não vai recuar na alteração das diretivas laborais que privam os novos imigrantes do direito ao subsídio de desemprego.
A actual lei prevê que esse subsídio possa ser requirido por qualquer estrangeiro que não consiga trabalho nos primeiros três meses no país.
Entre os críticos desta iniciativa legal estão algumas ONG que garantem que são raros os pedidos de subsídio de desemprego.
Os defensores da nova lei dizem que a Alemanha não pode servir de albergue com capacidade ilimitada para os que fogem de países onde a crise é mais grave e onde os próprios governantes, como em Portugal, sugerem a imigração.
Alemanha pretende controlar a entrada de imigrantes no país
A Alemanha vai adoptar medidas mais restritivas à imigração, depois de vários representantes do governo terem manifestado alarme perante o aumento do número de portugueses, espanhóis e gregos que procuram trabalho no país. O Ministério do Trabalho quer impedir que outros europeus tenham aceso a sistema de prestações sociais, nomeadamente o subsídio de desemprego.
Os partidos da oposição criticam aquilo que consideram ser um pacote legislativo xenófobo. Mas o Ministério do Trabalho alemão não vai recuar na alteração das diretivas laborais que privam os novos imigrantes do direito ao subsídio de desemprego.
A actual lei prevê que esse subsídio possa ser requirido por qualquer estrangeiro que não consiga trabalho nos primeiros três meses no país.
Entre os críticos desta iniciativa legal estão algumas ONG que garantem que são raros os pedidos de subsídio de desemprego.
Os defensores da nova lei dizem que a Alemanha não pode servir de albergue com capacidade ilimitada para os que fogem de países onde a crise é mais grave e onde os próprios governantes, como em Portugal, sugerem a imigração.
sexta-feira, 9 de março de 2012
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